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Sergio Augusto Medeiros (1993) possui graduação em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Maringá e títulos de mestre e doutor em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Suas pesquisas foram subsidiadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais e pela Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná. Seus projetos foram apresentados em exposições individuais e coletivas em instituições culturais nacionais e internacionais, além de participações em bienais, festivais, ocupações artísticas e eventos científicos. Recebeu prêmios e reconhecimentos em editais e programas públicos. Vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil.

 

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Este projeto analisa a integração do microscópio no processo de consolidação da ciência no Brasil, com ênfase em sua aplicabilidade e nas formas de representação registradas entre 1893 e 1961. A partir de fontes históricas, delineia-se um histórico experimental sobre o uso desse instrumento nas práticas científicas do período. Ao longo do estudo, são revisitados documentos vinculados à microscopia, destacando sua incorporação às rotinas laboratoriais e sua influência na configuração das investigações científicas. De caráter abrangente, a pesquisa apoia-se em diferentes suportes, como publicações, registros fotográficos e seminários acadêmicos, e propõe-se a avançar cronologicamente, ampliando o escopo para contemplar outros períodos históricos correlatos.

Esta pesquisa utilizou de acervos da Biblioteca de História das Ciências e da Saúde, do Acervo Especial de Obras Raras e da Casa de Oswaldo Cruz, todos pertencentes à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além do Centro de Memória do Instituto Butantan e do Repositório LUME da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Parte dos resultados dessa pesquisa foi publicada sob a forma de artigo científico no livro Ciência, Desenvolvimento e Humanidades: Desafios para a Transformação no Conhecimento,  pela Editora Científica Digital.

Uma fase da pesquisa concentrou-se no exame de publicações científicas brasileiras nas quais o microscópio aparece descrito e utilizado em contexto laboratorial. Nessa fase, foram examinados manuais, artigos e registros produzidos entre o final do século XIX e meados do século XX, com atenção à forma como o instrumento aparece descrito e utilizado nesses documentos. O levantamento concentrou-se na identificação de autores, contextos institucionais e situações de uso do microscópio em atividades de ensino e laboratório. A análise desse conjunto permitiu acompanhar a circulação dessas práticas e a formação de um repertório técnico associado à observação microscópica no país. Esse percurso resultou na elaboração do artigo acadêmico, no qual são apresentados os documentos estudados e a reconstrução histórica desse processo.

Microscopia Aplicada

Pesquisa documental baseada no uso de fotografias, livros e manuais especializados, impressos a laser sobre papel fotográfico e papel offset 1×1, vidro e molduras em madeira, em dimensões variáveis. A investigação examina práticas e regimes de observação microscópica, desdobrando-se no artigo Observação Microscópica no Brasil (1893-1961) Ciência, desenvolvimento e humanidades: desafios para a transformação no conhecimento. Vol. 2. Editoria Científica Digital, 2025.

2023–2025

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