Sergio Augusto Medeiros (1993) possui graduação em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Maringá e títulos de mestre e doutor em Artes pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Suas pesquisas foram subsidiadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais e pela Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Estado do Paraná. Seus projetos foram apresentados em exposições individuais e coletivas em instituições culturais nacionais e internacionais, além de participações em bienais, festivais, ocupações artísticas e eventos científicos. Recebeu prêmios e reconhecimentos em editais e programas públicos. Vive e trabalha em Belo Horizonte, Brasil.

À medida que a inteligência artificial gera imagens acompanhadas de palavras, podem surgir situações em que o texto resultante seja ininteligível, ou seja, não se assemelhe a uma linguagem reconhecível ou careça de coesão linguística. Este trabalho explora esses elementos textuais em um experimento, utilizando uma estrutura gráfica editorial que se assemelha às capas de revistas científicas, como se essas manchetes tivessem sido criadas por entidades extraterrestres. O conceito "escrita extraterrestre" é empregado para se referir a essas escritas, caracteres ou símbolos que se caracterizam pela sua ininteligibilidade.
O conceito Escrita Extraterrestre foi desenvolvido no formato de artigo científico, a partir de uma investigação que abordou seus fundamentos teóricos e implicações no campo dos estudos sobre a escrita e a linguagem. O estudo analisou as características, possíveis estruturas e interpretações desse conceito com base nas teorias linguísticas e tipográficas. Como resultado desse trabalho, o artigo foi publicado na Revista E-scrita.




Escrita Extraterrestre
Revista de artista e investigação teórica, na qual imagens são geradas por inteligência artificial a partir dos comandos ‘Revista Científica’, ‘Revista Acadêmica’, ‘Divulgação Científica’ e ‘Periódico Científico’, posteriormente submetidas à análise por OCR (Optical Character Recognition). O trabalho resulta em impressão a laser 4×4 sobre papel couché 170 g, formato 210 × 297 mm, com vinte e seis páginas, investigação desdobrada no artigo
Escrita Extraterrestre publicado pela Revista E-scrita, Vol. 15, n. 01, 2024.
2019–2024