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Após o trágico incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, em setembro de 2018, Luzia, o fóssil humano mais antigo encontrado na América do Sul, está passando por um processo de reconstrução. Com uma datação aproximada de 11.500 anos pelo método de carbono-14, os restos fossilizados desse crânio têm suscitado diversas teorias e controvérsias sobre sua origem. Descoberto na década de 1970 durante escavações na região de Lagoa Santa, em Minas Gerais, o espécime despertou interesse científico e público. Diante desses eventos, o presente trabalho se propõe a reunir informações que circundam Luzia, visando reconstruir uma documentação pública sobre o fóssil conhecido como Lapa Vermelha IV Hominídeo 1. Este inventário inclui dados paleontológicos, históricos e relacionados à preservação, com o objetivo de reconstruir Luzia após o trágico incêndio que assolou o Museu Nacional. O título "Crônica" foi escolhido para nomear esse trabalho, uma vez que enfatiza a compilação de fatos históricos apresentados com modificações de seu próprio tempo. Além disso, fonologicamente, aproxima-se da palavra "crânio", remetendo diretamente ao objeto de estudo.

CRÔNICA

2018-2019

documentação

resumo expandido

dimensões variáveis

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